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Cruising: An Intimate History of a Radical Pastime
Cruising: An Intimate History of a Radical Pastime
Unnamed Press
Espinoza, Alex
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R$ 116,27 BRL
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Pages
244 pp.
Language
English
Author
Alex Espinoza
Publisher
Unnamed Press
Date
2019-06-04
Binding
Paperback
ISBN
9781944700829
Dimensions
5.0 pol. x 0.9 pol. x 7.9 pol.
"O livro de Espinoza destaca-se como um farol para futuros escritores, pensadores e ativistas queer. Ao ler esses relatos, senti-me atraído para um passado ao mesmo tempo maravilhoso e estranho, um mundo que espero que continuemos a celebrar e preservar." --Garrard Conley
O aclamado autor Alex Espinoza conduz os leitores por uma jornada sem censura pelo submundo, para revelar a arte atemporal do encontro casual. Combinando pesquisa histórica e história oral com sua própria experiência pessoal, Espinoza examina as forças políticas e culturais por trás desse passatempo radical. Da antiguidade grega às notórias casas Molly da Inglaterra do século XVIII, dos barulhentos anos 1970 aos algoritmos do Grindr, de Oscar Wilde a George Michael, o encontro casual permanece ao mesmo tempo uma retomada do espaço público e a criação de um local único — onde homens de todas as raças e classes interagem, mesmo sob a sombra de governos repressivos. Em Uganda e Rússia, conhecemos ativistas para quem o encontro casual pode ser questão de vida ou morte; enquanto no Ocidente ele mostra como o encontro casual contorna as desigualdades e abusos de poder que afligem os encontros heterossexuais. Por fim, Espinoza ilustra como o encontro casual funciona como uma poderosa repreensão ao patriarcado e ao capitalismo — a menos que você esteja encontrando alguém no banheiro da loja de departamentos, é claro.
O aclamado autor Alex Espinoza conduz os leitores por uma jornada sem censura pelo submundo, para revelar a arte atemporal do encontro casual. Combinando pesquisa histórica e história oral com sua própria experiência pessoal, Espinoza examina as forças políticas e culturais por trás desse passatempo radical. Da antiguidade grega às notórias casas Molly da Inglaterra do século XVIII, dos barulhentos anos 1970 aos algoritmos do Grindr, de Oscar Wilde a George Michael, o encontro casual permanece ao mesmo tempo uma retomada do espaço público e a criação de um local único — onde homens de todas as raças e classes interagem, mesmo sob a sombra de governos repressivos. Em Uganda e Rússia, conhecemos ativistas para quem o encontro casual pode ser questão de vida ou morte; enquanto no Ocidente ele mostra como o encontro casual contorna as desigualdades e abusos de poder que afligem os encontros heterossexuais. Por fim, Espinoza ilustra como o encontro casual funciona como uma poderosa repreensão ao patriarcado e ao capitalismo — a menos que você esteja encontrando alguém no banheiro da loja de departamentos, é claro.
